Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Apresentados

Chico e as sincronicidades mestras

        Contrução  Amou daquela vez como se fosse a última  Beijou sua mulher como se fosse a última  E cada filho seu como se fosse o único  E atravessou a rua com seu passo tímido  Subiu a construção como se fosse máquina  Ergueu no patamar quatro paredes sólidas  Tijolo com tijolo num desenho mágico  Seus olhos embotados de cimento e lágrima  Sentou pra descansar como se fosse sábado  Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe  Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago  Dançou e gargalhou como se ouvisse música  E tropeçou no céu como se fosse um bêbado  E flutuou no ar como se fosse um pássaro  E se acabou no chão feito um pacote flácido  Agonizou no meio do passeio público  Morreu na contramão atrapalhando o tráfego  Amou daquela vez como se fosse o último  Beijou sua mulher como se fosse a única  E cada filho seu como se fosse o pródigo  E atravessou a...

Mensagens mais recentes

A espionagem pode não ser rentável

Weekly Overview

Number matters

Sempre gostei de Abril e pouco de vitória vil

Los ultimos cantos de sirena

Shadows on my pillow

On the other side

Encarcerating Imigrants & Epstein Files

Illusion of Power Exposed

Brothers in arms